caminha, caminhando, poetando, vivendo como Deus me permite viver. É assim que vou. É desse jeito que sou. E aqui vão: notícias mensagens, poesias, crônicas, artigos, enfim, tudo que gosto e sou, parte dos caminhos que este caminhante procura seguir. Apenas isto!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

stmt.com.br - 31.07.2013 - Lições do Papa Francisco – II

Ao dar seguimento às reflexões sobre a presença e os falares do Papa Francisco em nossas plagas, começo esta segunda oportunidade ratificando a intenção de provocar, principalmente em mim, um profundo questionamento... Deixe seu comentário. Compartilhe. Eu agradeço!

stmt.com.br - 31.07.2013 - Lições do Papa Francisco – II
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stmt.com.br - 29.07.2013 - Lições do Papa Francisco - I

Os brasileiros acordaram nesta segunda feira com uma estranha sensação de leveza e paz. Algo parecia 
ter mudado. Havia um sentimento de que as coisas seriam – ou deveriam ser – diferentes deste dia em diante...

stmt.com.br - 29.07.2013 - Lições do Papa Francisco - I

sábado, 6 de julho de 2013

stmt.com.br - Meu pé de araçá

Amigos,

Da série: Minhas crônicas


Meu pé de araçá


“O homem só se realiza depois de plantar uma árvore,  escrever um livro e ter um filho.” (dito popular)


Plantar uma árvore é um ritual que deveria ser experimentado por todo o ser humano. Lidar com a terra, afundar-se nela, provoca sensações que poucas vezes temos chance de desfrutar. Afagar a terra, sentí-la escorregar entre os dedos, misturar-se a ela, nos faz experimentar a energia cósmica. É indescritível...

Para ler o texto completo: stmt.com.br - Meu pé de araçá

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Capitalismo, este selvagem...

...enfim, a escala de valores no capitalismo varia de acordo com o nariz que empina ou o rabo que espicha, porque se abaixa.
Nesta alucinada competição, parece, quem mais vale é aquele que mais penas insere em seu emplumado rabo, como pavões r
eais. O ter frequenta bailes de gala, o ser frequenta bailão. O ter veste calça de grife, o ser, de liquidação. Quem tem anda de carrão, importado de preferência, quem é vai de busão, no máximo, um carrinho mil. O ter tem leasing, o ser, consignação...

Leia o artigo completo:


stmt.com.br - 04.12.2004 - Capitalismo, este selvagem...

sábado, 1 de dezembro de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012


Livro sobre o Stammtisch, um sabor de vitória...

Para este humilde manézinho papa-siri foi, em minha vida, uma das maiores honras ter tido a oportunidade de me inserir na cultura germânica, em especial aquela trazida pelos seus descendentes para Blumenau e Santa Catarina. A ocasião surgiu em Abril de 2.000. Eu e o amigo Norberto Mette criamos um bloco intitulado Stammtisch, inserido ao final do Programa FelizCidade, por mim apresentado na TV Galega de Blumenau. O quadro, de 24 minutos, virou programa de hora inteira e em três meses já se tornava o maior sucesso da emissora. Uma hecatombe de e-mails e telefonemas acusando a audiência e pedindo participações. Dali veio o 1º. Encontro de Stammtisch, no memorável 26 de Agosto de 2.000, abrindo as festividades de 150 anos de fundação da cidade. Foram apenas 17 grupos. Chuva que Deus dava. Todo mundo firme, na chuva, na XV, a Würststrasse dos tempos coloniais. Nós, da TV Galega, do já famoso Programa Stammtisch, transmitindo em preto e branco, por ironia do destino e mancada de nosso falso câmera-man. A transmissão marcou a parceria exitosa com a Pacto Vídeo (Carlos Pimpão & Miriam Mesquita) que nos acompanhou nos tempos mais notáveis do programa. Sucesso!!!
O programa continuou bombando e vieram, numa sucessão frenética, no espaço de um ano, o 2º. 3º. e 4º. Encontros, com 26, 34 e 72 grupos, respectivamente. Um crescimento vertiginoso que culminou, na 9ª. edição, com 275 grupos, recorde da primeira fase da festa. 27 mil pessoas se espremendo naquele palco vivo de tradições. Foram – e são a cada edição – dias luminosos. Fantásticos. Dias de celebrar a vida. Brindar a amizade. Compartilhar alegria.  Hoje, doze anos depois, a festa está consolidada, a tradição resgatada e a “Strassenfest mit Stammtischtreffen”, o Encontros de Stammtisch, que a compreensão errônea da língua alemã teimou em chamar apenas Stammtisch, já é copiado por mais de 60 municípios catarinenses. Uma confirmação da grife Blumenau.
Durante este tempo, foram 10 anos de pesquisa ininterrupta. Veio, em Dezembro de 2005, o lançamento do Site Stammtisch, Confrarias e Patotas. Um assombro. Em apenas quatro meses, o 1º. lugar nas referências para o termo Stammtisch nos principais sites de busca do mundo inteiro. Posição perdida para a Wikipédia em 2010, face a convalescença de um transplante de fígado que me afastou da internet e me obrigou interromper as postagens periódicas semanais. Ainda assim, hoje ostentamos a 2ª. e 3ª. posições, ratificando que mexer com tradição em nossa terra, em nosso Estado não é para brincadeira.
Depois do site, foi a vez de registrar tudo em livro. Intitulado “Stammtisch, Reinventando tradições” procurei colocar à público todo o aprendizado de minhas pesquisas. Foram nada menos que 1068 documentos, dos quais, por puro desconhecimento das regras bibliográficas, citei apenas 275. o que já é muito.
É ou não é, digam-me, um orgulho pertencer ao rol daqueles que, por mínimo que tenham feito, ajudaram a construir a re-invenção de uma das mais fantásticas tradições do velho mundo? Resto-me inchado de orgulho e prazer por termos, juntos, apresentadores, coordenadores, equipes de apoio e especialmente os Grupos de Stammtisch alcançado tão honorável vitória. Perdoem-me!